Como foi a dinâmica de Keep Talking and Nobody Explodes

Sexta-feira teve dinâmica de retrospectiva com o jogo cooperativo Keep Talking and Nobody Explodes. Foi muito divertido e produtivo! Agradecemos aos participantes e à DBServer por ceder o espaço.

Fizemos da seguinte maneira:

  • Grupos de 3 a 4 pessoas, cada grupo com um notebook e um manual.
  • Quebra-gelo para decidir o nome das equipes
  • Apresentamos o tutorial que vem no jogo para os grupos, com o primeiro desarmador executando. Como nessa parte tem um texto a mais em inglês, é legal o facilitador dar uma ajuda.
  • A partir daí os grupos jogaram 4 partidas, rotacionando a pessoa que desarmava. Após cada rodada, os grupos fizeram mini-retrospectivas anotando o que ajudou, o que atrapalhou e o que fazer para melhorar.
  • Após as quatro rodadas (cerca de 30 minutos), fizemos uma discussão sobre os paralelos entre o jogos e dia-a-dia no trabalho. Alguns dos pontos levantados:
    • Comunicação sobre o que está acontecendo
    • Estabelecer uma linguagem comum
    • Pressa em sair fazendo sem entender
    • Voltar a ter dificuldades quando surge algo totalmente novo
    • Organizar as tarefas
Uma jogadora no notebook enquanto duas outras lêem o manual
Keep Talking and Nobody Explodes
Um jogador rotaciona a bomba no note enquanto outros três lêem o manual
O desarmador só vê a bomba e os especialistas só vêem o manual
Folha de anotações e manual impressos em papel reciclado
Exemplo de anotações feitas pelos jogadores durante a retrospectiva
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Oficina com Keep Talking and Nobody Explodes

Keep Talking and Nobody Explodes (“Continue falando e ninguém explode”) é um jogo cooperativo assimétrico que necessita calma, organização e ótima comunicação. A pessoa no notebook está tentando desarmar uma bomba e precisa descrevê-la para a(s) pessoa(s) que estão com o manual de desarmamento. Uma partida dura 5 minutos ou menos, que é o tempo da bomba explodir. As bombas são geradas aleatoriamente, fazendo com que a sequência de passos seja sempre diferente.

Achou legal? Quer conhecer e ajudar a criar uma dinâmica de retrospectiva usando o jogo?

Oficina de Retrospectiva
Quando: 24/11 – 19h às 20h
Onde: Av. Ipiranga, 6681, Prédio 99A (Tecnopuc), 5° andar – DBServer
Inscrições gratuitasVaga limitadas

Jogadora gesticula em frente do note e um jogador lê o manual, enquanto duas pessoas observam

Jogadora com notebook enquanto 5 pessoas da equipe lêem o manual do outro lado da mesa

Jogador numa mesa com o note enquanto outra jogadora lê as instruções no manual

Jogador utiliza note com leitor de tela para ler o manual enquanto outra jogadora vê o note com a bomba

Link do site oficial O jogo em si requer bem pouco inglês (tipo next-next-start). Traduções do manual feitas por fãs existem na Internet, só atente para o número da revisão.

BDD Warriors no modo hard

Grupo de jogo com outra mesa de jogo e janela ao fundo
BDD Warriors na sala de aula

Quinta-feira durante uma partida de BDD Warriors na FACIN, o Jorge Audy comentou que ele prefere a variante em que cada jogador completa os espaços da sua carta no momento em que a joga. Esse é o modo difícil, pois exige que as pessoas tenham boa memória para lembrar o que foi dito em cada carta.

No entanto, pensando um pouco melhor, isso pode ser um anti-pattern de BDD. Uma das dicas para escrita de cenários é iniciar pelo Então e trabalhar de baixo para cima. Ou seja, é preciso saber onde se quer chegar. E realmente percebe-se durante o jogo que as pessoas quando vão completar um cenário começam confiantes e quando chegam no Então não sabem como concluir.

Então duas sugestões para o facilitador do jogo na hora de explicar as regras seriam: completar os espaços somente no momento de terminar o cenário, jogando as cartas em qualquer ordem, ou completar conforme se vai montando, porém obrigando a jogar as cartas na ordem Então-Quando-Dado.

Grupo jogando com o professor e outra mesa de jogo ao fundo
Complementação do trabalho de Especificação por Exemplo.

Oficina de BDD na DBServer

Ontem realizamos mais uma oficina de BDD com a galera da DBServer de Porto Alegre e remoto de São Paulo. É muito gratificante ver o interesse do pessoal!

Essa oficina abrange uma introdução aos conceitos de BDD, suas vantagens e relacionamento com testes/automação, liçoes aprendidas e sintaxe avançada, além de dinâmicas de jogo (claro!), example mapping e escrita de cenários.

Sala com vários grupos jogando
Sala lotada!
Caderno com desenhos e anotações, com três canetas alinhadas em paralelo
Achievement Unlocked: anotações artísticas sobre a palestra
Grupo de trabalho rindo à frente, com outros dois grupos no fundo
Dinâmica de escrita de cenários
Grupo com as cartas e tabuleiro sobre a mesa, com janela e árvores ao fundo
Não pode faltar BDD Warriors
Post-its agrupados por cor colados numa parede com um um desenho de um cérebro
Resultado do Example Mapping