Translating and localizing Lila’s Hearts

I’d love to have Lila fully available in languages other than Portuguese, but it’s quite text-heavy and requires a certain amount of research, what with the giving advice and all. So if you’re interested in helping speed things along, please get in touch! Email us at bddwarriors@gmail.com, post here or through social media (links on side bar).

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Lila’s Hearts

Lila’s Hearts is a free print&play card game for 2 to 6 players that teaches issues related to accessibility and disabilities. It takes 20 to 30 minutes to set up and play.

LILA is the acronym in Portuguese for Read Comprehend Remember Act. The first two steps happen during play and facilitate the latter in real life situations.

Although the theme of the game is disability (and currently only available in Portuguese), its structure can be used to reinforce other kinds of knowledge (CC license at the bottom of this post). For this you need to organize your content into 5 specific categories, 1 generic category and 5 types. Lila’s Hearts is organized like this:

  • Specific categories
    • Visual disability
    • Hearing disability
    • Physical disability
    • Intellectual disability
    • Autism spectrum
    • Each of these is further sub-divided into 5 types:
      • 1 Definition card
      • 2 Information cards
      • 4 Action cards
      • 1 Person card
      • 1 Movie card
  • Generic category
    • Content that applies to all of the above
    • This is further sub-divided into 2 types:
      • 5 Information cards
      • 4 Action cards

Basically, six decks of nine cards each. It’s important to note that the Action cards are worth more points in the game, because actions speak louder than words. 🙂

Game card with blue arrows pointing out its elements
Sample card with its elements: Action type, worth 2 points, cost of 1 big heart plus 1 small heart, a reminder that this card allows a bonus and the URL where we got the text from. The text explains that crutches should be kept close to the person with a physical disability.

Another key aspect of the game is tying the categories to goal cards. Goals give extra points provided that the player acquires the appropriate cards, which means the text on them has to be read carefully in order to buy the best option. For example, Lila’s Hearts goals are:

  • 1 point for each card of [Visual/Hearing/Physical/Intellectual/Autism] category
  • 3 points for the most cards of [Visual/Hearing/Physical/Intellectual/Autism] category
  • 1 point for each card
  • 3 points for the most variety of categories
  • 2 points for having a Movie card
  • 2 points for having an Information card


Rules

Setup for 2 to 6 players (if more players are needed, add extra hearts)

  • Separate hearts by size and bonus
  • Distribute 2 small hearts (not bonus) to each person
  • Shuffle the 54 cards, draw 6 face up on the common buying area and make a drawing pile with the rest
  • Shuffle the 14 goal cards and make another drawing pile
  • Separate the action and info bonuses
  • Shuffle the 6 starting cards and pick one to determine who begins the game. Proceed clockwise.
Photo of the game after setup
Layout of the common buying area after game setup.

Victory: Whoever has more points at the end, wins. Points are obtained through cards and goals.

Categories: The cards are divided in Visual, Hearing, Intellectual, Physical, Autism and Generic.

Types: The cards are divided in Definition, Information, Person, Movie, and Action.

Wildcards: Generic category cards are wildcards. They count towards the goals and do not give bonuses.

Bonus Hearts: Normal hearts are returned to the common area after buying something. Bonus hearts stay with the player. They may be obtained when buying an Information or Action card that is marked with a bonus symbol.

Bonus Attempt: Shuffle the 6 Action Bonus or 3 Information Bonus cards and choose one randomly. Place the corresponding heart in the player area, if it comes out. (This can be replaced with throwing a die).

Ending: When someone reaches 8 points on the cards, the players who haven’t completed their turn yet play once more. Goals points are scored after the end. If the player has any wildcards, they decide which category gives them the better advantage in scoring.

In their turn the player can choose ONE ACTION below:

  • Buy hearts:
    • pick up 2 small hearts or 1 big heart if you haven’t reached the limit of 5 hearts of any kind.
    • Place them in front of you.
  • Buy card:
    • buy 1 card for the number/size hearts indicated in it (note that 1 big heart is not equivalent to 2 small ones).
    • Return the hearts to the common buying area, except the bonuses. Place the card face up in front of you. If the card has a bonus, attempt it and place any resulting hearts in front of you. Draw another card to fill the common buying area.
  • Buy goal:
    • draw a goal for 1 small heart or draw 2 goals and choose one of them for 1 big heart.
    • Place the goal face up in front of you. Return the hearts to the common buying area, except the bonuses. If you drew two, shuffle the other goal back in the pile.

Bonus Alternative

If you prefer to replace the bonus cards with dice throws:

  • Action bonus:
    • if you get a 1 or 2, win a small bonus heart
    • if you get a 3, win a big bonus heart
    • if you get a 4 or 5, nothing happens
    • if you get a 6, lose a bonus heart, if you have one, or a normal heart if not. You decide the size.
  • Information bonus:
    • if you get a 1 or 2, win a small bonus heart
    • if you get a 3, 4, 5 or 6, nothing happens.

Components

54 cards
12 small hearts
7 big hearts
12 small bonus hearts
7 big bonus hearts
14 goal cards
6 starting cards
6 action bonus cards
3 info bonus cards

License Information
Creative Commons License Lila’s Hearts by A.C. Hermann, Bruna Descovi da Silva, Isadora Giongo Brandalise, Larissa Yasin Gonçalves Galuschka is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Icon used on cards by Paomedia

Corações da Lila: um jogo sobre inclusão

Corações da Lila é um jogo de cartas que nasceu da combinação da turma da DBServer que sempre se reunia para jogar no almoço com a necessidade do Grupo de Inclusão de disseminar informações sobre o tratamento adequado de pessoas com deficiência (PCDs).

LILA é a sigla de Ler Interpretar Lembrar Agir, as etapas que as pessoas seguem primeiro enquanto jogam e depois em situações da vida real.

Sete pessoas sentadas em torno de uma mesa jogando. As cartas ficam sobre a mesa, pode-se ver que tem texto e corações impressos. A parede ao fundo tem figuras coloridas saindo de um cérebro.
Novos colaboradores da DBServer usando o jogo

Baixe os arquivos para impressão do jogo aqui.

REGRAS

SETUP para 2 a 6 jogadores:

  1. Separe os corações por tamanho e bônus
  2. Distribua 2 corações pequenos (sem bônus) para cada pessoa
  3. Embaralhe as 54 cartas, abra 6 na área de compras e coloque as demais voltadas para baixo numa pilha
  4. Embaralhe as 14 cartas de objetivo e coloque voltadas para baixo numa pilha
  5. Embaralhe as 6 cartas de início de jogo e retire uma para determinar quem começa. Prossiga em sentido horário.

Vitória: Ganha quem tiver mais pontos ao final. Pontos são obtidos através de cartas e objetivos.

Categorias: as cartas dividem-se em Visual, Auditiva, Intelectual, Física, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Genérica.

Tipos: as cartas dividem-se em Definição, Informação, Pessoa, Filme e Ação.

Coringas: cartas de categoria genérica que contam para os objetivos e não dão bônus.

Corações Bônus: São corações permanentes. Podem ser usados nas ações de compra e não são devolvidos até o fim. São ganhos na execução do bônus de cartas de ação ou informação.

Execução do bônus: embaralhar as 6 cartas de bônus de Ação ou 3 de Informação e escolher uma ao acaso.

Encerramento: quando alguém atingir 8 pontos nas cartas, as jogadoras que faltam para completar o turno jogam mais uma vez. Os pontos dos objetivos são contados após o encerramento.

Na sua vez a jogadora pode escolher UMA AÇÃO  abaixo:

Comprar corações: 2 corações pequenos OU 1 coração grande, se não tiver atingido o limite de 5 corações de qualquer tipo.

Comprar carta: 1 carta com seus corações do tamanho indicado. Retorne os corações para a área de compras, exceto os bônus. Coloque a carta na sua área de cartas com face para cima. Se a carta tiver um bônus, executar o bônus correspondente.

Comprar objetivo: 1 carta de objetivo do alto da pilha por 1 coração pequeno OU escolher 1 de 2 cartas de objetivo aleatórias por 1 coração grande. Coloque na sua área de cartas voltada para cima. Retorne os corações para a área de compras, exceto os bônus.

Licença Creative Commons
Corações da Lila de A.C. Hermann, Bruna Descovi da Silva, Isadora Giongo Brandalise, Larissa Yasin Gonçalves Galuschka está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://bddwarriors.wordpress.com.

Uma lista de jogos de tabuleiro para usar no trabalho

Antes de seguirmos para a lista propriamente ditas, alguns itens gerais sobre jogos no local de trabalho:

  • Considere o tempo de montar o tabuleiro e a quantidade de espaço necessário (incluindo se as pessoas terão que se atravessar, ler de cabeça para baixo, etc).
  • Verifique se alguém tem necessidades de acessibilidade que impeçam o jogo. Meeple Like Us é um recurso fantástico nesse sentido. Se você sabe inglês, leia um dos seus accessibility tear-downs para ver o que isso implica. Se não, eles têm uma lista resumida.
  • Certifique-se de saber como explicar as regras. Pratique explicando-os a alguém (oi, mãe!). Guias do YouTube podem ser úteis aqui.
  •  Dito isso, não é necessário entrar em todos os detalhes antes de começar a jogar, especialmente se você estiver jogando com / facilitando apenas um grupo. Você pode dizer “vamos começar e eu responderei as perguntas quando elas surgirem”.
  • Gentilmente direcione os jogadores se eles tiverem um caso de paralisia de análise.
  • Dependendo do jogo, você pode adicionar mais jogadores fazendo com que duas pessoas controlem um peão.
  • Comprar o aplicativo ou a versão do Steam é uma maneira barata de aprender os detalhes do jogo. Esteja ciente de que levará menos tempo para jogar do que na versão física.
  • Contexto é importante: explique o propósito de jogar esse jogo no trabalho e depois verifique o que as pessoas obtiveram com a dinâmica (se é que algo).

Ah, e se você estiver usando jogos cooperativos (cerca de metade da lista a seguir), pode ser útil defini-los para o seu grupo: jogos em que todos estão na mesma equipe e jogando contra o jogo. Todo mundo ganha ou perde juntos.

O coop rápido: Hanabi

Hanabi é um jogo de cartas cooperativo leve que funciona muito bem no trabalho. É rápido para explicar e jogar, é barato de comprar, força todos a participarem igualmente e se comunicarem bem, é desafiador, mas não brutal para os jogadores, e ele literalmente não começa a menos que as pessoas se ajudem mutuamente.

O jogo faz isso através de uma simples mecânica de informações ocultas: os jogadores seguram as cartas voltadas para fora e só descobrem o que estão segurando se um dos outros jogadores lhes der uma pista.

(Você pode estar pensando: as pessoas não ajudam umas às outras em todos os cooperativos? Sim e não. Os coops geralmente permitem que os jogadores trabalhem separadamente com o mesmo objetivo. Não é necessariamente uma boa estratégia, veja bem, mas é possível.

Stats: 2-5 jogadores, 30 minutos

Uma mulher e três homens jogando Hanabi, um outro grupo no fundo.
Hanabi
A viagem psicodélica: Dixit

Dixit é um jogo de festa imensamente popular, conhecido pela arte linda e estranha. É um jogo competitivo (uma das expansões tem opção para jogar em equipes, que competem entre si). Isso estimula a dedução e a criatividade: os jogadores se revezam descrevendo cartas em termos não muito óbvios e adivinhando o que os outros queriam dizer.

Existem vários posts na internet sobre o uso de Dixit, não como jogo, mas como uma forma de encorajar as equipes a falarem durante as retrospectivas. (Incluem também fotos melhores das cartas).

Tecnicamente, você não precisa da trilha de pontos para jogar, apenas as cartas e papel para anotar votos e pontos (em outras palavras, podem ser usadas apenas as expansões, mais acessíveis financeiramente).

Stats: 3 – 6 jogadores (jogo base) ou 12 jogadores (expansão Odyssey), 30 minutos

Trilha de pontos ao lado de cartas mostrando: palhaço fazendo malabarismo com fogo no alto de uma pilha de bombas, cavaleiro templário ajoelhado diante de TVs, caneta voando com etiqueta de preço, gárgula com bolhas e balões com rostos de animais voando com um menino sobre lava
Dixit Odyssey
O que é bem igual ao seu trabalho: Ilha Proibida

Ilha Proibida e outros nesta família (Pandemia, Deserto Proibido, Ghost Stories, Yggdrasil) é um jogo cooperativo com poderes variáveis ​​para cada jogador. Pandemia é o mais famoso, porém Ilha Proibida tem a vantagem de ser mais simples e fácil de ganhar.

O que esses jogos têm em comum é que cada jogador tem um poder especial e que o jogo segue criando obstáculos para a equipe cada vez mais e mais rápido.

Os jogadores precisam descobrir a melhor forma de usar seus poderes e equilibrar as ações que os aproximam da vitória (encontrar tesouros) com ações que evitam uma perda imediata (impedir que a ilha afunde com a quantidade de bugs enquanto a equipe ainda está nela).

Stats: 2-4 jogadores, 30 minutos

Componentes do jogo sobre uma mesa de vidro. Cartas representam partes da ilha e seus tesouros.
Ilha Proibida
O exemplo de responder a mudanças: Fluxx

Fluxx é um jogo de cartas competitivo no qual os jogadores podem alterar as regras e as condições de vitória, por exemplo, quantas cartas são compradas, jogadas, mantidas na mão, etc. Para ganhar o jogo, o jogador tem que juntar certas cartas – quais exatamente também é sujeito a alterações.

É um jogo que premia o pensamento tático rápido , em oposição à estratégia de longo prazo, e ao mesmo tempo ilustra como é frustrante estar perto do objetivo quando tudo muda, o que acontece várias vezes durante o jogo.

Stats: 2-6 jogadores, 5-30 minutos (sim, viu o tempo variável? Não é possível prever mudanças!)

3 cartas de regras amarelas e 2 cartas de objetivos cor-de-rosa
Fluxx
A cruza de Dixit com Detetive: Mysterium

Mysterium é um jogo cooperativo assimétrico que também tem uma arte linda e estranha. Exige imaginação e pensamento lateral para combinar pistas com suspeito, local e arma do crime (ou motivo do crime, na última expansão).

Um jogador tem um papel diferente de todos os outros – o de fornecer as pistas – e um efeito colateral interessante dessa assimetria é que as pessoas tendem a reclamar das pistas porque não entendem as restrições que aquele jogador está sofrendo. Mudar de papéis é uma boa maneira de criar empatia .

Embora nominalmente para até 7 jogadores, nós experimentamos com 13, combinando-o com o conceito de colaboração em silêncio . Isso transformou Mysterium em um bom jogo para jogar com um colega de trabalho surdo em um momento em que o restante da equipe ainda estava aprendendo Libras.

Stats: 2-7 (ou mais) jogadores, 45 minutos.

11 pessoas sentam-se em torno de duas mesas unidas, mais uma mulher em pé. Muitas cartas coloridas estão espalhados sobre a mesa e um porta-cartas especial divide duas áreas.
Mysterium
O que é quase NSFW: Cards Against Agility

Cards Against AgilityCards for Agility são duas versões do Cards Against Humanity (CAH), que por si é uma versão do Apples to Apples. É um jogo print&play rápido e divertido , bom para quebrar o gelo, e pode ser usado para iniciar uma retrospectiva ou para discutir conceitos ágeis com os quais a equipe não está familiarizada.

CAH é famoso por ser muito ofensivo, e você pode encontrar algumas cartas questionáveis ​​nas versões Ágil, mas é fácil produzir suas próprias cartas com um humor mais limpo. Na verdade, projetar sua própria versão pode ser um ótimo exercício em equipe. Temos uma versão disponível em Português do Brasil , com referências localizadas (já que o Brasil, infelizmente, desconhece o Eurovision).

Stats: 4-10 jogadores, 30 minutos

O videogame: Keep Talking and Nobody Explodes

Keep Talking and Nobody Explodes (Siga Falando E Ninguém Explode) tecnicamente não é um jogo de tabuleiro, mas é um jogo fantástico para usar no trabalho. É um jogo cooperativo assimétrico em que um jogador precisa desarmar uma bomba (exibida no computador) de acordo com as instruções que o resto da equipe lê em um manual.

Requer um alto grau de comunicação e o estabelecimento de uma linguagem comum toda vez que os módulos de bomba mudam. Usamos o KTaNE em retrospectivas para discutir vários aspectos do trabalho em equipe.

O jogo também é interessante porque precisa de diferentes estratégias para compartilhar informações dependendo da equipe: ninguém nunca jogou, alguns jogaram, todos já jogaram.

O manual em PDF está disponível em vários idiomas na internet e as seções somente texto são acessíveis a pessoas com deficiência visual usando um leitor de tela.

Stats: 2-5 jogadores, 5 minutos (que esperança. Ninguém nunca joga uma só partida.)

Duas mulheres lêem um manual enquanto outra examina a bomba exibida no laptop
Keep Talking and Nobody Explodes
O jogo de adivinhação: The Mystery of Dattakamo

O Mistério de Dattakamo é um jogo projetado para ser acessível a pessoas com deficiência visual. Usando apenas o tato, um jogador decide o que é um objeto abstrato e os outros, também por tato, devem adivinhar o que foi pensado através de uma série de perguntas com resposta sim / não.

Ele incentiva as pessoas a serem criativas e, apesar de competitivo, acaba numa sessão de brainstorming semelhante a jogos como Black Stories. Pode ser facilmente adaptado a uma versão cooperativa.

O mesmo designer tem uma variação interessante do jogo da velha, chamado Arabian Pots, que é baseado no som e, portanto, também acessível.

Stats: 3-12 jogadores, 15 minutos

A propaganda descarada: BDD Warriors

O BDD Warriors é um jogo de cartas competitivo, print & play usado com introdução ao Behavior-Driven Development. Ele requer que os jogadores criem cenários usando conceitos de ficção científica e fantasia e demonstra que trabalhar em grupo em cenários com um único domínio leva a resultados melhores.

Stats: 2-6 jogadores, 40 minutos

Um grupo de pessoas sentadas no chão em um círculo e jogando BDD Warriors, algumas pessoas observando em torno deles
BDD Warriors

A list of tabletop games to use at work

Before we dive into the list, some general items about games in the workplace:

  • Consider the setup time and amount of space required (including whether people will have to reach across, read upside-down, etc).
  • Check if anyone has accessibility needs that prevent playing the game. Meeple Like Us is a fantastic resource in that regard. In fact, stop now and go read one of their accessibility tear-downs to see what it entails.
  • Make sure you know how to explain the rules. Practice explaining them to someone (hi, mom!). YouTube guides can be useful here.
  •  That said, no need to go into all the details before you start playing, particularly if you’re going to be playing with/facilitating for just one group. You can say “let’s start and I’ll answer questions as they come up”.
  • Gently nudge players if they come down with a case of analysis paralysis.
  • Depending on the game, you can add more players by having two people control one meeple.
  • Buying the app or Steam version is a cheap way to learn a game’s ins and outs. Be aware that’ll take less time to play than in the physical version.
  • Context is important: explain the purpose of playing that game at work and afterwards check what people got from the exercise (if anything).

Oh, and if you’re using cooperative games (about half the following list), it might be helpful to define them to your group: games where everyone is on the same team and playing against the game. Everyone wins or loses together.

The quick coop: Hanabi

Hanabi is a light cooperative card game which works really well at work. It’s quick to explain and play, it’s cheap to buy, it forces everyone to participate equally and communicate well, it’s challenging but not brutal on the players, and it literally doesn’t begin unless people help each other.

The game accomplishes this through a simple hidden information mechanic: players hold the cards facing outwards and only learn what themselves are holding if one of the other players gives them a clue.

(You may be thinking: don’t people help each other in all coops? Yes and no. Coops often allow players to work separately towards the same goal. It’s not necessarily a good strategy, mind you, but it’s possible.)

Stats: 2-5 players, 30 minutes

A woman and three men playing Hanabi, another group in the background.
Hanabi
The psychedelic trip: Dixit

Dixit is an immensely popular party game, known for the strange, beautiful artwork. It’s a competitive game (one of the expansions has the option for teams to compete against each other). It encourages deduction and creativity: players take turns describing cards in not too obvious terms and guessing what the others meant.

There are several reports on the web on its use, not as a game, but as prompts for the team to talk during retrospectives (they also include better pictures of the cards).

Technically you don’t need the score track to play, just the cards and paper to write down votes and points (in other words, the more affordable expansions can be used).

Stats: 3 – 6 players (base game) or 12 players (Odyssey expansion), 30 minutes

Score track next to cards showing: clown juggling firesticks atop a pile of bombs, knight templar kneeling before TVs, flying pen with price tag, gargoyle with bubbles, and balloons with animal faces holding boy over lava
Dixit Odyssey
The one that’s just like your job: Forbidden Island

Forbidden Island and others in this family (Pandemic, Forbidden Desert, Ghost Stories, Yggdrasil) is a cooperative game with variable player powers. Pandemic is the most famous one, however Forbidden Island has the advantage of being simpler and easier to win.

What these games have in common is that each player has a special power and that the game keeps throwing obstacles at the team faster and faster and faster.

Players need to figure out how to best use their powers and balance actions that bring them closer to victory (finding treasure) with actions that prevent an immediate loss (stop the island from sinking under the weight of production bugs while the team is still on it).

Stats: 2-4 players, 30 minutes

Game components on top a glass table. Cards represent parts of the island and its treasures.
Forbidden Island
The poster child for responding to change: Fluxx

Fluxx is a competitive card game in which players can alter rules and win conditions as they go, for example, how many cards are drawn, played, kept in hand, etc. To win the game, a player has to collect certain cards – which cards exactly is also subject to change.

It’s a game that rewards quick tactical thinking, as opposed to long-term strategy, and at the same time illustrates how frustrating it is to be close to the goal and have everything change, often several times during the game.

Stats: 2-6 players, 5-30 minutes (yeah, notice the variable time? Can’t predict changes!)

3 yellow rule cards and 2 pink goal cards
Fluxx
The love-child of Dixit and Clue: Mysterium

Mysterium is an asymmetrical cooperative game that also uses strange beautiful artwork. It requires imagination and lateral thinking to match clue cards to suspect, location and weapon cards (or motives in the latest expansion).

One player has a different role from everyone else – that of providing the clues – and one interesting side-effect of this asymmetry is that people tend to complain about the clues because they don’t understand the constraints that player is under. Switching roles is a good way to create empathy.

Although nominally for up to 7 players, we’ve experimented with 13, combining it with ideas from silent collaboration. This turned it into a good game to play with a deaf coworker at a time when the rest of the team was just learning sign language.

Stats: 2-7 players, 45 minutes.

11 people sit around two joined tables, plus one woman standing. Many colorful cards are spread on the table and a special upright card holder divides two areas.
Mysterium
The almost NSFW: Cards Against Agility

Cards Against Agility and Cards for Agility are two versions of Cards Against Humanity (CAH), which is itself a version of Apples to Apples. It’s a quick, fun print&play game, good for ice-breaking, and can be used to kick-start a retrospective or to discuss Agile concepts that the team isn’t familiar with.

CAH is infamous for being very offensive, and you may found some questionable cards in the Agile versions, but it’s easy to produce your own cards with cleaner humor. In fact, designing your own version can be a cool team exercise. We have one in Brazilian Portuguese available, with localized references (Brazil being sadly ignorant of Eurovision).

Stats: 4-10 players, 30 minutes

The videogame: Keep Talking and Nobody Explodes

Keep Talking and Nobody Explodes isn’t technically a boardgame, but it’s a fantastic game to use at work. It’s an asymmetrical cooperative game where one player needs to disarm a bomb (displayed on the computer) according to instructions that the rest of team reads from a manual.

It requires a great deal of communication and establishment of a common language every time the bomb modules change. We’ve used KTaNE in retrospectives to discuss various aspects of teamwork.

The game is also interesting because it needs different strategies to share information depending on the team: nobody’s ever played, some have played, everyone has played.

The PDF manual is available in several languages on the internet and the text-only sections are accessible to visually-impaired people using a screen reader.

Stats: 2-5 players, 5 minutes (as if. Nobody ever plays only one round.)

Two women read a manual while another looks at the bomb displayed in the laptop
Keep Talking and Nobody Explodes
The guessing game: The Mystery of Dattakamo

The Mystery of Dattakamo is a game designed to be accessible to visually-impaired people. Using touch, a player decides what an abstract object is, and the others, also by touch, must guess what it is through a series of questions with a yes/no answer.

It encourages people to be creative and, although competitive, it ends up in a brainstorming session similar to games like Black Stories. It can easily be adapted to a cooperative version.

The same designer has a neat variation of tic-tac-toe called Arabian Pots that is based on sound and thus also accessible.

Stats: 3-12 players, 15 minutes

The shameless plug: BDD Warriors

BDD Warriors is a print&play competitive card game used as an introduction to Behaviour-Driven Development. It requires players to create scenarios using science fiction and fantasy settings and highlights that working as a group on single-domain scenarios leads to better results.

Stats: 2-6 players, 40 minutes

A group of people sitting on the floor in a circle and playing BDD Warriors, some people observing around them
BDD Warriors